AMIGO DA ONÇA

Mais uma do Sinésio

Grande amigo é mesmo o deputado Sinésio Campos, líder de governo e dirigente do Partido dos Trabalhadores (PT), que vende a imagem de que ajudou os funcionários da TV Cultura no processo que culminou no futuro próximo concurso público. Só que ele esqueceu que os funcionários passaram longe deste projeto de reestruturação e do bendito projeto do concurso.

Na real ele só serviu para engrossar a ‘cortina de fumaça’ que jogaram nos olhos dos funcionários que se encontram num tiroteio, comandado pela direção perseguidora, que quer eliminar os revoltosos que estão há 14 anos com salários congelados numa emissora sucateada. “Para se ter ideia da participação ‘decisiva’ do deputado, ele não conseguiu sequer que a direção da TV Cultura parasse de perseguir os funcionários, muito menos rever as demissões arbitrárias”, disse o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Amazonas (SJPAM), César Wanderley.

O deputado se esmera na arte de bajular os patrões da TV Cultura e brinca com a inteligência dos trabalhadores que estão sendo impiedosamente massacrados pela atual direção, ao dizer: “Agora, a TV Cultura, como instituição legalista, deverá cumprir a decisão judicial e realizar, de forma justa, ampla e idônea o seu primeiro concurso público, que faz parte de uma política de valorização dos funcionários e trabalhadores que são responsáveis pelo crescimento e fortalecimento desta que é a maior TV Pública do país”, completou Sinésio.

Então, vejamos deputado que instituição legalista é essa que demitiu mais de 100 funcionários, persegue até hoje quem ousa reivindicar melhorias, afasta e coloca na geladeira? Que contrata gente de toda forma, seja direta e indiretamente, enquanto a Justiça proíbe isso enquanto não for realizado o concurso? Que deixa o sinal da emissora precário, com a potência abaixo do mínimo exigido na lei? Com o sinal exibido na TV de Itacoatiara retransmitindo da cabeça de rede nacional, quando a lei manda que seja de Manaus? Que descumpre mandado judicial, para perseguir funcionário?

Como iremos acreditar que o concurso será realizado de forma ‘justa, ampla e idônea’, se além de excluir os funcionários do processo do concurso, continua com as perseguições e recebe em gabinete os membros da instituição que realizará o certame? Ah, o que o diretor considera ‘membros’ do Sindicato dos Radialistas é uma de suas chefes de departamento, como ‘legitima’ representante dos funcionários! Quem acredita que a direção está com os ânimos amainados e livre da sede de vingança contra os impertinentes trabalhadores?

Que fim melancólico esse do deputado Sinésio, que foi eleito pelo voto dos trabalhadores e que defende com unhas e dentes os patrões?!

 

Leia na íntegra a lambaça de Sinésio:

 

ALE aprova realização de

concurso público para TV Cultura

Após 35 anos de existência, a TV Cultura do Amazonas vai finalmente realizar o primeiro concurso público para atender às necessidades atuais de pessoal. A informação é do líder do governo na Assembléia Legislativa (ALE/AM), deputado Sinésio Campos (PT), que destacou a redação final da propositura, contida na mensagem do governador Eduardo Braga aprovada ontem (26) na ALE/AM, alterou a lei 3.012 que dispõe sobre a estrutura organizacional da Fundação, Televisão e Rádio Cultura do Amazonas (FUNTEC), com a finalidade de regularizar a situação dos funcionários que compõem a Fundação.

“O concurso público da TV Cultura é uma conquista histórica e fruto de uma ampla construção política, em que estivemos acompanhando e contribuindo como representante da ALE, para que, através do dialogo entre funcionários, trabalhadores e a diretoria da Fundação, pudéssemos encontrar uma solução”. O parlamentar destacou que a apresentação da propositura também se deve ao fato da ação movida em conjunto, por parte do Ministério Público Federal do Trabalho e do Ministério Público Estadual, a partir de denuncias do Sindicato dos Jornalistas do Amazonas, que pleiteava a realização de concurso público.

“Agora, a TV Cultura, como instituição legalista, deverá cumprir a decisão judicial e realizar, de forma justa, ampla e idônea o seu primeiro concurso público, que faz parte de uma política de valorização dos funcionários e trabalhadores que são responsáveis pelo crescimento e fortalecimento desta que é a maior TV Pública do país”, completou o deputado.

O projeto prevê concurso para 140 vagas em três níveis de escolaridade com salários que variam de R$ 1 mil a R$ 2,2 mil. O maior número de cargos é para jornalista, com 15 vagas, com exigência de nível superior, registro profissional e/ou experiência comprovada de dois anos na função. Para nível médio são 91 vagas em 25 funções e para nível fundamental são 27 vagas para quatro cargos.

Com a aprovação da redação final a propositura agora segue para sansão do governador e em seguida será publicada no Diário Oficial da União. De acordo com o presidente da emissora, Álvaro Melo, o objetivo é dar maior celeridade para que o edital seja publicado e o concurso realizado ainda esse ano. “Já existe uma comissão formada também por membros do Sindicato dos Radialistas do Amazonas que acompanhará a realização do certame. Não haverá nenhuma ingerência por parte da direção da empresa. Nós queremos realizar um concurso amplo, democrático e que atenda as necessidades atuais de pessoal”, disse.



Escrito por comissão às 14h39
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SALÁRIO BLOQUEADO

Direção da TV Cultura volta a descumprir mandado de segurança

O apresentador Cristovão Nonato lê jornal durante a 'geladeira'

Mais uma vez a direção da TV Cultura extrapola todas as regras legais e de convivência social no Estado de Direito, e tira de folha de pagamento o funcionário Cristóvão Nonato, com 15 anos de casa, que teve seu salário do mês de agosto bloqueado, em flagrante descumprimento do mandado de segurança que garantia o emprego e salário do jornalista.

“Chegamos ao cúmulo do desrespeito às leis”, protestou o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Amazonas (SJPAM), César Wanderley. Ele explica que o real motivo da perseguição implacável  contra Nonato é devido a participação no movimento dos funcionários que protestam pelo abandono e sucateamento da emissora há mais de uma década.

A pendenga chegou ao cúmulo da perseguição pessoal, uma vez que o diretor-presidente já havia demitido por (in)justa causa o jornalista, que a seguir foi reintegrado por força de mandado do vice-presidente do TRT, Antônio Marinho, e mesmo assim, a direção fez o funcionário passar por um episódio constrangedor em que Nonato foi mandado pra casa e uma hora depois chamado de volta alegando engano na ordem. Tudo porque a direção conseguiu uma sentença por uma juíza substituta dizendo que o jornalista não teria imunidade sindical, mesmo sendo secretário-geral do Sindicato dos Jornalistas.

“Acontece que o mandado continua valendo, e somente o pleno do Tribunal do trabalho poderá cassá-la”, explica o defensor do jornalista, Jorge Guimarães, advogado do SJPAM. A banca de advogados já está recorrendo de mais essa medida da direção da FUNTEC, e avisou que todos os constrangimentos serão cobrados na justiça. “Pediremos uma punição exemplar à direção pelo desrespeito à lei, e por ser essa uma perseguição esdrúxula uma vez que o salário é uma garantia alimentícia da família do funcionário”, disse.

 “Essa é uma longa e triste história de perseguição que completou um ano em agosto, que já teve muitas vítimas, e eu sou a que mais resistiu e virou uma questão de honra para Melo cortar minha cabeça”, desabafou Nonato. Os outros colegas foram Márcio Azevedo, Charles Fernandes, Kelly Mendonça, Edson Tapajós, Andréa Renda, fora os que foram afastados das funções e colocados na ‘geladeira’.

“O pior de tudo foram as ‘cortinas de fumaça’ que armaram pra cima da gente envolvendo o secretário da Casa Civil, Raul Zaidan, deputado Sinésio Campos, Adjuto Afonso e Chico Preto, que participaram de reuniões com a direção e a comissão de funcionários com a ‘missão’ de cessar as perseguições e reparar as demissões arbitrárias, e nada foi feito a não ser nos cozinhar em ‘banho maria’ enquanto a caçada continuou”, disse Nonato.

 



Escrito por comissão às 14h23
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UM ANO DE LUTA

Funcionários denunciam, mas governo fecha os olhos para o problema

Há exato um ano começava o movimento SOS TV Cultura com a finalidade de lutar por uma reposição salarial de 180% referente a 13 anos de salários congelados e pelo soerguimento e revitalização da TV Cultura do Amazonas que se encontra à beira do abismo, sucateada, falida. Nesses 12 meses de luta, a caminhada dos funcionários não foi fácil nem está sendo diferente nesse momento. Nesse período, tanto os funcionários da base quanto os integrantes da comissão comeram o pão que o diabo amassou e ainda continuam sentindo o dissabor da vilania, da arrogância, da prepotência, do descaramento como se comanda a coisa pública. Apesar da briga desigual, os funcionários resistem e hão de resistir até a batalha final.

Naquele 30 de agosto de 2008, os trabalhadores da tevê estatal  facultaram a uma comissão formada por cinco bravos guerreiros a responsabilidade de representá-los perante as negociações com a diretoria da Funtec e com o governo do Estado, o qual é responsável pela manutenção da TV e da rádio Cultura do Amazonas. Entre várias reuniões com a atual direção da emissora e duas com o governador Eduardo Braga, muitas promessas e nada de concreto na resolução dos problemas dos funcionários e da empresa estatal. É certo que a luta não está sendo em vão, pois algo de positivo foi conseguido – muito menos do que ainda há por ser feito. E a luta fez com que os atuais diretores, que há cinco anos não mostraram a que vieram, saíssem de seus confortáveis gabinetes e procurassem resolver os problemas prementes.


Uma das grandes conquistas foi o abono de R$ 400,00, algo em torno de 50% na média dos salários; valor que também foi para a conta dos atuais diretores da Funtec, que, aliás, ganham salários de dar inveja em muitos executivos de empresas do Polo Industrial de Manaus – mas estes são merecedores. Para se ter uma ideia do disparate no quesito salário, o maior entre os funcionários é de R$ 1.197,00, enquanto o maior entre os diretores é de R$ 13.000,00 – este pertence ao diretor-presidente da instituição. É ou não de dar inveja?

Além da briga justa pela reposição salarial, o movimento SOS TV Cultura luta também para tirar da UTI a emissora que é patrimônio público do povo amazonense, muito embora a direção e o governo não se esforcem para torná-la uma empresa sólida e de qualidade no seu objetivo fim. O sucateamento da TV Cultura é fato, real, verdadeiro e tangível. Não é invenção.

O movimento, por meio deste blog, fez – e continuará fazendo – várias denúncias da real situação da TV Cultura. Mostrou o abandono a que está relegado o órgão patinho feio do governo do Estado, que o prédio da emissora em Manaus está precárias condições fisicas e que os equipamentos, já com seu tempo útil de vida vencido, resistem bravamente aos solavancos do trabalho do dia a dia – aqui, há de se dar os méritos à competência dos nossos colegas técnicos e operadores que fazem das tripas coração para mantê-los funcionando. Ou seja, como diz o adágio popular: seguram a peteca!

Apesar desse esforço descomunal dos trabalhadores, os problemas prosseguem. O transmissor, o coração da emissora, atualmente funciona com apenas 15% de sua capacidade, o que torna inviável sintonizar a TV Cultura longe do bairro da Praça 14, onde está localizada a sede da emissora. Na última sexta-feira (28/08), durante a transmissão do Carrossel da Saudade, lá do Mutirão, nenhum televisor daquele bairro conseguia sintonizar o canal 2. E o equipamento segue rumo à cova, pois não há peças de reposição e para que continue respirando nesses 15% os técnicos retiram peças de um módulo já morto para manter outro módulo vivo – o transmissor possui dez módulos. É a chamada canibalização do transmissor. Inclusive, o programa Carrossel da Saudade é um dos poucos programas que estão sendo patrocinados na TV. Nesse caso, pela Secretaria de Estado da Assistência Social (Seas), algo em torno de R$ 50 mil por mês. Para onde vai este dinheiro? Por que a verba não está sendo usada para a manutenção dos equipamentos?

E os problemas vão se acumulando. No master – sala de onde sai o sinal para as residências dos telespectadores – o trabalho digital da programação voltou à velha casseteira, quando se usava a cinta (se você não sabe que tipo de linguagem é essa, pergunte aos mamutes da televisão). Na redação do setor de jornalismo é amiúde os problemas com os computadores – um já está fora de combate, como escreveram para avisar que aquela máquina não funcionava mais. E o acesso à internet, nesse setor, só pode ser feito por dois terminais – e ainda querem pôr senha para que ninguém navegue na web. Quanta mesquinhez! Ou é outro tipo de comportamento? Nas ilhas de edição, é preciso que o editor de imagem troque os cabos para poder editar as matérias, pois o aparelho editor está na manutenção aguardando peças para o conserto há mais de 30 dias.

No afã de tentar mostrar trabalho e menosprezar a atuação da Comissão de Funcionários, a diretoria se apegou ao método da maquiagem. Alardeou no site da TV a reforma do auditório Gilberto Mestrinho, que teria iluminação de última geração, mas que na verdade é constituída de lâmpadas fluorescentes domésticas, que não dá qualidade nenhuma às imagens. A segunda etapa da maquiagem foi a tentativa de reforma da recepção da emissora, que não foi concluída conforme o projeto. A ideia era climatizar e envidraçar o local, mas o projeto não foi levado a cabo. No entanto, a meta era a reforma geral do prédio da TV, mas até o presente momento não foi viabilizada, não se sabe por quê?

A mais nova medida da diretoria foi trocar a cabeça de rede. Deixou-se de pagar R$ 20 mil por mês à Fundação Padre Anchieta para continuar com a programação da TV Cultura de São Paulo – uma programação de alto nível, de qualidade, premiada mundialmente – para exibir a grade de programação da TV Brasil, emissora ligada à Empresa Brasil de Comunicação (EBC), criada há um ano pelo presidente Lula(teve reprise ). Enquanto isso, o jornal Diário do Amazonas, edição de sábado (29/08), estampava na manchete que o governo do Estado havia liberado R$ 500 mil para o Manaus Folia, Carnaval fora de época realizado na sexta-feira, no Sambódromo.

O blog também denunciou a péssima situação das repetidoras da TV Cultura no interior do Estado: Manacapuru, canal 9, e Itacoatiara, canal 3. Até fevereiro deste ano, quando foi feita a denúncia, essas emissoras estavam desativadas. Mas, após as denúncias, a diretoria deu um jeito de maquiar pelo menos a repetidora de Itacoatiara, que voltou ao ar duas semanas depois da nossa denúncia. Porém, para mostrar que tudo estava às mil maravilhas, foi armado um circo daqueles que o palhaço é sem graça. O deputado estadual Luiz Castro (PPS) repercutiu a denúncia no plenário da Assembleia Legislativa pela manhã e no mesmo dia, à tarde, foi alugado um avião que levou os deputados Sinésio Campos (PT) e Adjuto Afonso, além de um cinegrafista, um fotógrafo e o diretor-presidente da Funtec a Itacoatiara. Esse time produziu um vídeo no qual os deputados, o prefeito Antônio Peixoto (PT), o diretor-presidente e populares (rapazes que jogavam bola no campinho ao lado onde fica a repetidora; esses serviram de coadjuvantes no filmeto) deram depoimento exaltando a qualidade do sinal da repetidora na Velha Serpa, inclusive dizendo que era melhor que o da TV Globo. Esse filmeto, de péssima qualidade, foi exibido no plenário ALE no dia seguinte e tentou desqualificar a denúncia do deputado Castro. Uma verdadeira patuscada, como diria Collor de Melo. Após esse episodio o prefeito de Itacoatiara esteve na sede da TV Cultura e se comprometeu a compra um novo transmissor, pois a atual está operando com 10% de sua potência.

E para atestar tudo isso que o blog vem denunciando desde agosto do ano passado, o diretor técnico, Nilson Cordeiro, emitiu uma circular às demais diretorias e chefias, afirmando que não havia mais condições de atender, principalmente o jornalismo, porque os equipamentos (câmeras e ilhas de edição) estavam sem condições de conserto e, por conseqüência, de funcionamento (confira documento abaixo deste post).

Para completar a gestão desastrosa da atual diretoria, as perseguições (leia-se assédio moral) continuam sendo praticadas contra os funcionários. Senão vejamos: Edson Tapajós foi devolvido para a Sead; Célio Oliveira foi afastado da chefia do Jornal da Cultura; Herman Marinho deixou de apresentar o Tucumã com Toada; Dina Azevedo e Cristovão Nonato foram afastados do Conexão de Notícias. Destes, Cristovão e Herman estão na ‘geladeira’. Também houve demissões, como forma de represália. Kelly Mendonça, Cristovão Nonato, Charles Fernandes e Márcio Azevedo.

Na efervescência do movimento SOS TV Cultura, o jornalista e colega Cristovão Nonato, membro da Comissão de Funcionários da Funtec e diretor do Sindicato dos Jornalistas do Amazonas, teve o seu carro incendiado. Um atentado que ainda não foi esclarecido pela polícia. Esse verdadeiro escândalo foi amplamente publicado pela imprensa e, acreditem!, foi censurado pela direção da Funtec, que não deu uma só linha sobre o atentado, apesar de ter mandado uma equipe entrevistar Cristovão.

O verdadeiro atentado à liberdade de expressão veio em forma de processo judicial impetrado pelo diretor-presidente da Funtec, sob o argumento de que os integrantes da Comissão, por meio deste blog, estariam denegrindo a imagem da instituição TV Cultura e causando danos morais ao referido diretor e à própria instituição. No processo, o dirigente da tevê pedia que a Justiça emitisse liminar para calar o blog, não publicando notícia contra nem a favor da TV Cultura e do seu diretor. Nesse caso, a Justiça negou a liminar. Uma derrota para o dirigente. Mas, a Justiça ainda não deu parecer no item que o diretor pede indenização de mais de R$ 34 mil por danos morais que teriam sidos causados pelos membros da Comissão. O processo tramita na Justiça Comum.

Para o cúmulo do absurdo, o colega Cristovão Nonato, que vem sendo sistematicamente perseguido e injustiçado, ao consultar o seu extrato bancário teve uma surpresa desagradável: simplesmente constatou que seu pagamento está suspenso. Qual a explicação para isso? Uma vez que o colega trabalhou e não foi comunicado de nada.

Nesse um ano de luta, queremos convocar todos os funcionários da TV e da rádio Cultura que fiquem alertas, porque este momento é decisivo para o futuro dos trabalhadores da emissora e da própria instituição. O jogo ainda está longe de seu fim.

 

A luta continua!




Escrito por comissão às 18h43
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